Quinta-feira, 04 de Junho de 2009

Como que habituados a alucinantes passeios por tão dissemelhantes contextos começamos a ter a infeliz sensação de que tudo tem o seu tempo, misturando quaisquer coisas num amontoado de diferentes raízes, de apropriadas origens e seus âmbitos. Se a nossa história é cronológica, haverá, contudo, aspectos que, por intangibilidade, não o deverão ser…Os sorrisos com que premia-mos quem connosco chorara; as alucinações de grupo capazes de fazer esquecer tudo o que não é merecido de grandiosas preocupações; aqueles arrepios de quem tem a seu lado aquela pessoa…a certa, a do momento!!!

 

Por tais efeitos caímos nós Homens na decadência de coleccionar momentos, calendarizando-os como que só a tais períodos dissessem respeito. E com isso sorriremos, sempre, penalizados em nostálgicos pretextos que responsabilizam qualquer coisa que fique para trás. Se o que somos, somo-lo por soma do que fomos, porquê teimar em induzir amnésicos ensejos? Decadentes relativismos para os quais tanto tendemos…comportamentos que de imperecíveis conhecem apenas (aleatória) adjectivação.  

 

publicado por Fábio Duarte às 00:06

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